quarta-feira, 1 de julho de 2009
Sonhando.
Quanto tempo de vida perdemos imaginando coisas, cenas, encontros, viagens. Coisas que talvez aconteçam, outras que não tem nem possibilidade, são só fruto da nossa fértil imaginação. E mesmo aquilo que acontece, nunca é fiel a nossa idealização, afinal nada substitui a realidade, o momento presente. Porém meu objetivo aqui não é falar das nossas imaginações, e sim dos nossos sonhos. Os sonhos são a única forma em que na maioria das vezes, muito do que imaginamos, pode se tornar realidade, e aquele filme que passa pela nossa cabeça, rente aos nossos olhos, é estranho, mas é bom, é aquela experiência onde podemos ficar como meros observadores de um filme, um longa, um documentário onde o papel principal é representado pela gente mesmo.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Evoluindo.
Pensar em pessoas, é ajudá-las em sua evolução. Conhecendo sua essência, suas necessidades e expectativas de vida, aprendemos que todos, sem distinção, estamos em busca de crescimento, e essa fonte é inesgotável, porque a cada momento somos surpreendidos com o novo, com a infinita e surpreendente visão do inesperado. Questionamos o porque, a razão, os motivos da mudança. Mas, com ela, aprendemos a desenvolver estratégias que nos conduzam ao novo cenário criado e nos remetem a trilhar novos caminhos.
Toda essa dinâmica faz de nós seres mutáveis. Adaptáveis camaleões. E, na essência de nossa existência, entendemos que a vida é feita de ciclos, momentos de pura evolução. Viver é evoluir. Viver é transformar, é repensar. Talvez o certo de hoje, seja o errado de amanhã. Talvez o projetado para o futuro, seja o realizável no proximo instante. A unica certeza é de que nada, exatamente nada, será igual e permanecerá imutável. Mesmo os nossos pensamentos, são reconstruídos por outras vozes. Vozes amigas, vozes conselheiras, vozes desconhecidas. Mas que, em algum momento, tornam-se nossas vozes.
Aprendemos então, a olhar para o outro, com um "quê" de atenção. Talvez ele tenha a minha resposta. Ou, talvez, eu possa ser a sua solução. Ninguém é, essencialmente único. Somos partes integradas. E para que nossa evolução seja completa, precisamos somar nossas convicções. O segredo é viver em busca de algo. É incansavelmente, estarmos querendo o algo mais. Mais da vida, mais dos nossos sonhos. Mas principalmente, mais de nós mesmos. Não há formula especial, não há receitas de sucesso. Antes do fim, existe o aprendizado. E essa conquista pode e deve ser eterna.
Toda essa dinâmica faz de nós seres mutáveis. Adaptáveis camaleões. E, na essência de nossa existência, entendemos que a vida é feita de ciclos, momentos de pura evolução. Viver é evoluir. Viver é transformar, é repensar. Talvez o certo de hoje, seja o errado de amanhã. Talvez o projetado para o futuro, seja o realizável no proximo instante. A unica certeza é de que nada, exatamente nada, será igual e permanecerá imutável. Mesmo os nossos pensamentos, são reconstruídos por outras vozes. Vozes amigas, vozes conselheiras, vozes desconhecidas. Mas que, em algum momento, tornam-se nossas vozes.
Aprendemos então, a olhar para o outro, com um "quê" de atenção. Talvez ele tenha a minha resposta. Ou, talvez, eu possa ser a sua solução. Ninguém é, essencialmente único. Somos partes integradas. E para que nossa evolução seja completa, precisamos somar nossas convicções. O segredo é viver em busca de algo. É incansavelmente, estarmos querendo o algo mais. Mais da vida, mais dos nossos sonhos. Mas principalmente, mais de nós mesmos. Não há formula especial, não há receitas de sucesso. Antes do fim, existe o aprendizado. E essa conquista pode e deve ser eterna.
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Nota mental nº6
"Quando se ama, não é preciso entender o que se passa lá fora, pois tudo passa a acontecer dentro de nós."
That's the point.
As vezes me pergunto até que ponto somos capazes de nos sujeitar a fatores que nos encomodam por uma causa nobre. É tão difícil saber nosso limite. É tão difícil assimilar que já não temos paciência e fôlego pra aguentar tudo e que chega um ponto em que é preciso fazer uma escolha, escolher entre o presente, ou entre o futuro. Entre o presente relativamente cômodo ou entre a luta por um sonho, sonho este que a essas alturas a gente nem mais tem certeza se é esse mesmo, já tá quase escorrendo, se esvaindo, e é bom agarrar a última restia de sonho, antes que ele se perca de vez.
"Custa tanto ser uma plena, que muito poucos são aqueles que tem a coragem de pagar o preço. É preciso abandonar por completo a busca pela segurança e correr o risco de viver com os dois braços. É preciso abraçar o mundo como um amante. É preciso aceitar a dor como condição da existência. É preciso cortejar a dúvida e a escuridão como preço do conhecimento. É preciso ter uma vontade obstinada no conflito, mas também uma capacidade de aceitação total de cada consequencia do viver e do morrer." Morris West em "As Sandálias do Pescador".
"Custa tanto ser uma plena, que muito poucos são aqueles que tem a coragem de pagar o preço. É preciso abandonar por completo a busca pela segurança e correr o risco de viver com os dois braços. É preciso abraçar o mundo como um amante. É preciso aceitar a dor como condição da existência. É preciso cortejar a dúvida e a escuridão como preço do conhecimento. É preciso ter uma vontade obstinada no conflito, mas também uma capacidade de aceitação total de cada consequencia do viver e do morrer." Morris West em "As Sandálias do Pescador".
sábado, 4 de abril de 2009
Vítimas do acaso.
Hoje me peguei pensando em como o destino foi compassivo com duas almas perdidas, talvez, em seu meio porém esperançosas de que aquele dia chegaria. A linha entre o nosso encontro e desencontro era tão tênue que pensando agora chega a me assustar, uma fração de segundo podia ter traçado um destino diferente pra nós, um destino desencontrado. Fomos vitimas de um acaso tão conveniente. Poderia não ter acontecido, se, eu tivesse aquele ano passado na UFRGS em Porto Alegre, como não passei fiquei na duvida se faria RI ou Turismo, lembro tão nitidamente da minha dúvida no momento de me inscrever pro vestibular. Mas lembro também em como meu instinto foi claro, e assim escolhi fazer RI. Pensei tantas vezes em trocar de faculdade, de curso depois, mas nunca o fiz. Pensei depois se iria naquela viagem a Foz do Iguaçu. Mas fui. E eu que pensei que meu instinto estaria aguçado quando a hora chegaria, mas não, fiquei eu lá, entediada naquela palestra. Ainda bem que tu, me reconheceu, perdida lá, no meio, de cara amarrada. Tu me viu e achou que eu tinha sorrido pra ti. Veio lá, apertou minha mão, e eu, te achei chato, muito chato, sai de lá. Mas tua persuasão me venceu, e te agradeço tanto por isso. E penso hoje em como as coisas sempre foram assim na minha vida, por acaso. Em como eu fui agraciada pelo destino, em como ele fez, cair bem na minha frente, o que eu no fundo sempre esperei, bem de acordo com a minha expectativa. Enfim, obrigado por me amar.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Como diria Shakespeare: depois de algum tempo você aprende...
Chega um tempo em que é preciso abandonar o velho all star branco desde os tempos da oitava série, guardá-lo, pra quem sabe doar na campanha do agasalho do ano que vem. Chega um tempo em que não dá mais pra sair de casa sem maquiagem, sem ser condenado a ficar com aquela cara de peixe morto, afinal os nossos olhos não brilham mais como antigamente e precisam sim daquele rimel alongador natura pra quem sabe levantar o olhar cansado já, das responsabilidades da fase adulta. Nossa responsabilidade conosco não se limita agora, a apenas fazer o tema da escola e brincar. Agora temos que trabalhar, e fazer malabarismos com dinheiro, tempo, prioridades, família, amigos e afins. Agora sentimos na pele algumas coisas que antes, na infância parecia mito. Como o sono por exemplo, afinal nas longas tardes de domingo enquanto a gente queria ir jogar bola, nossos pais queriam era descansar. A gente também não precisava ser simpático com pessoas indesejáveis, era só se esconder atrás da porta ou embaixo da cama e pronto. Mas agora temos o peso de nossas escolhas, o peso de ser responsável por cada passo em falso, por cada tombo e por cada conquista. E cada vez mais queremos a leveza da independência e o peso da liberdade.
quinta-feira, 12 de março de 2009
Profunda Limitação
Nossa limitação como seres humanos no sentido do entendimento de algumas coisas inerentes a nossa existência, às vezes me assusta, outras, me conforta. Afinal, pra que se preocupar pra onde a gente vai depois de morrer, se não temos capacidade de compreender a amplitude de nosso destino natural, sim porque, se você começar a pensar nisso, não chegará a lugar nenhum, pois em um determinado ponto, você será tomado por um sentimento de vazio tão profundo, maior que você, logo, voltará ao ponto inicial. Assim nos vemos diante de inúmeras opções de apegos terrestres que buscam nada mais do que servir de consolo e suprir esse vazio desconhecido que nos toma de surpresa às vezes. Porém, estamos todos no mesmo barco, nesse momento presente, que não conheçe passado, nem futuro. Se soubéssemos todas as respostas, seria melhor?! talvez. Na verdade essa nossa dúvida sobre se vamos ter juizo final, se vamos voltar ou não, é que garante que andemos pelo caminho reto, ou não. Mas sobretudo é essa dúvida cruel, que faz com que a gente "viva la vida" e busque a palavrinha mágica denominada "felicidade", afinal, garantir o aqui e agora é nossa única certeza.
quarta-feira, 11 de março de 2009
A Alegria na Tristeza
Tomei o título dessa postagem emprestado da sábia escritora Martha Medeiros, pois ele, define bem meu objetivo. Numa das cenas do Filme: -Ensaio sobre a Cegueira-,um dos personagens diz certa hora: - Alegria e tristeza, não podem ser comparadas à água e óleo, pois coexistem. De fato, convenhamos que temos certa dificuldade em alcançar a plena felicidade. Quando parece que tá tudo bem a gente pensa: - Éeeee, bom demais pra ser verdade, ou sei lá, vem aquela pontada de preocupação, ou algo do gênero: - Com licença, Providência Divida, mas mas, é comigo mesmo?!. Porque temos dificuldade em ser feliz? talvez devido a sociedade individualista, ou talvez pela nossa fraqueza como seres humanos que nos impossibilita da total perfeição. Os sentimentos são os principais vilões da história, pois estão em constante mudança de rumo, de atitude. O pior nessa história é lidar com nossas indagações, dúvidas, anceios, arrependimentos, pois nesse caso, não há jurisprudência, não há fórmula. Bom seria se pudessemos ser o outro de vez em quando, pra aprender alguma coisinha, pra roubar algum pensamento, alguma atitude, alguma experiência, o bom humor. Mas não, não dá. Precisamos determinar, nós mesmos, como lidar com a nossa própria complexidade e fraqueza, com a alegria e a tristeza. Com a alegria na tristeza. Vence àquela que decidirmos alimentar.
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